sábado, 11 de setembro de 2021

Anexo “5” [...] [...] [...] A “preferência pela liquidez” do “moderno capitalismo bursátil”, equipara tal instituição social a uma "pirâmide financeira" e/ou a uma "conspiração" [...] [...] [...] Prosseguindo em nossa abordagem encontramos na literatura técnica o seguinte fragmento de texto: [...] [...] [...] [...] Liquidity, in other words, furnishes the basis for market sociability, for without it isolated individuals would not be able to make a common life for themselves. Its power to create close bonds among economic actors derives, in the first instance, from the fact that the value of a liquid asset held by an investor depends on the behavior of others who hold the same asset. If for one reason or another they no longer wish to hold it, its value will fall to zero, and the last one left holding it risks being ruined even though he has done nothing. (18) [...] [...] [...] Traduzindo: [...] [...] [...] [...] A liquidez, em outras palavras, fornece a base para a sociabilidade do mercado, pois sem ela os indivíduos isolados não seriam capazes de construir uma vida em comum para si. Seu poder de criar vínculos estreitos entre os atores econômicos decorre, em primeira instância, do fato de que o valor de um ativo líquido detido por um investidor depende do comportamento de outros que detêm o mesmo ativo. Se por um motivo ou outro não quiserem mais mantê-lo, seu valor cairá para zero, e o último detentor corre o risco de ser arruinado, embora não tenha feito nada. (18) [...] [...] [...] Parece-nos aqui oportuno fazermos uma pausa em nossa tratativa para propormos a substituição da palavra “valor” pela palavra “preço” no fragmento de texto acima. [...] [...] [...] Entretanto, antes de demonstrarmos a necessidade e conveniência de tal substituição precisamos apresentar os conceitos de “valor intrínseco” e “mercado eficiente”. Neste sentido, encontramos na literatura técnica os seguintes fragmentos de texto, respectivamente: [...] [...] [...] [...] By definition, the intrinsic value of a share expresses the amount of money that comes back to its owner as a result of having put capital into circulation through the production and sale of commodities. (18) [...] [...] [...] [...] A financial market is efficient, in other words, if the effect of competition is to assure that the price of an asset will always reflect its inherent worth. "In an efficient market," as Fama puts it, "at any point in time the actual price of a security will be a good estimate of its intrinsic value." (18) [...] [...] [...] Traduzindo: [...] [...] [...] [...] Por definição, o valor intrínseco de uma ação expressa à quantidade de dinheiro que retorna ao seu dono como resultado de ter colocado capital em circulação através da produção e venda de commodities. (18) [...] [...] [...] [...] Em outras palavras, um mercado financeiro é eficiente se o efeito da concorrência for que o preço de um ativo sempre refletirá seu valor inerente. “Em um mercado eficiente”, como diz Fama, “em qualquer momento, o preço real de um título será uma boa estimativa de seu valor intrínseco.” (18) [...] [...] [...] Após a leitura e interpretação dos conceitos acima concluímos que o “preço de mercado” equipara-se ao “valor intrínseco” tão somente em um “mercado eficiente”. Não obstante, raramente tal situação é encontrada na realidade. Entretanto, observamos que não seria esperada outra situação. Assim, inicialmente parece-nos oportuno recordamos que os mercados bursáteis obedecem a uma oferta “não-concorrencial”, conforme vimos no Anexo “2”. Permite-nos ilustrar esta última afirmação o seguinte fragmento de texto encontrado na literatura técnica: [...] "a instabilidade da avaliação financeira se revela endêmica porque é totalmente ancorada nas estruturas das finanças." (7) [...] [...] [...] Ademais, todas as referências acima são feitas ao “preço de mercado”. Assim, parece-nos que a palavra “preço” mostra-se adequada e conveniente para substituir a palavra “valor” no fragmento de texto em comento. [...] [...] [...] Prosseguindo em nossa abordagem encontramos no Anexo “1” o seguinte fragmento de texto: [...] [...] [...] [...] Isso é o que chamei de “paradoxo da liquidez”, ou seja, a liberdade individual de vender um título sempre que quiser existe apenas em virtude de um compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo. Entretanto, tal “[...] compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo” contrasta radicalmente com a inteligência contida nos conceitos de “valor intrínseco” e/ou “mercado eficiente”, apresentados anteriormente no presente anexo. As observações acima são um primeiro indício da veracidade da sustentação que pretendemos fazer no presente anexo: o "moderno capitalismo bursátil equipara-se a uma "pirâmide financeira". [...] [...] [...] Prosseguindo em nossa abordagem, encontramos na literatura técnica o seguinte fragmento de texto: [...] [...] [...] [...] La spéculation est la conséquence directe de la négociabilité des titres, encore appelée « liquidité ». Cette proposition relève de l'évidence puisque, sans liquidité, il n'y aurait pas de cotation permanente des prix, les actifs seraient totalement immobilisés et la seule variable qui importerait aux yeux de l'investisseur serait le flux des revenus que la détention du titre permet d'obtenir. L'investisseur n'aurait alors d'autre choix que de considérer la valeur fondamentale du titre. Seule l'émergence de la liquidité modifie cette configuration. Elle introduit de nouvelles opportunités. Comment est-ce possible? Et d'abord, d'où vient la liquidité? (18) [...] [...] [...] [...] Pour surmonter cette difficulté et rendre plus facile l'investissement, il convient de rendre liquides les investissements, c'est-àdire négociables. Il s'agit de transformer ce qui n'est qu'un pari personnel sur des dividendes futurs en une richesse immédiate hic et nunc. (18) [...] [...] [...] Traduzindo: [...] [...] [...] [...] A especulação é a conseqüência direta da negociabilidade dos títulos, também chamada de “liquidez”. Essa proposição é óbvia, pois, sem liquidez, não haveria cotação permanente, os ativos estariam totalmente imobilizados e a única variável importante aos olhos do investidor seria o fluxo de receitas que a posse do título permite obter. O investidor, então, não teria outra escolha senão considerar o valor fundamental do título. Apenas o surgimento da liquidez altera esta configuração. Ela introduz novas oportunidades. Como isto é possível? E, em primeiro lugar, de onde vem a liquidez? [...] [...] [...] [...] Para superar essa dificuldade e facilitar o investimento, é preciso tornar líquidos os investimentos, ou seja, negociáveis. Trata-se de transformar o que é apenas uma aposta pessoal nos dividendos futuros em uma riqueza imediata aqui e agora (18) [...] [...] [...] Gostaríamos de enfatizar no fragmento de texto acima a seguinte expressão: [...] [...] [...] “[...] Trata-se de transformar o que é apenas uma aposta pessoal em dividendos futuros em uma riqueza imediata aqui e agora.” [...] [...] [...] Entretanto, a obtenção de uma “riqueza imediata aqui e agora”, se equipara tão somente a obtenção de uma “mais-valia” (ganho financeiro). Assim, parece-nos oportuno aqui observarmos que a obtenção de uma “mais-valia aqui e agora” embora se equipare a algo semelhante à obtenção de uma riqueza não guarda nenhuma correspondência com a obtenção de futuros dividendos. Em outros termos, a obtenção de uma “mais-valia aqui e agora” não guarda nenhuma correspondência com o conceito de “mercado eficiente”, mesmo com o conceito de “valor intrínseco”, conforme podemos constatar por meio da leitura de tais conceitos, antes apresentados. Não por acaso, antes vimos que: "a instabilidade da avaliação financeira se revela endêmica porque é totalmente ancorada nas estruturas das finanças." (7) [...] [...] [...] Assim, tal constatação é um segundo indício de que o “moderno capitalismo bursátil” se equipara a uma “pirâmide financeira”. [...] [...] [...] Adicionalmente, encontramos um terceiro indício para equipararmos o “moderno capitalismo bursátil” a uma “pirâmide financeira” por meio da comparação da inteligência contida nos seguintes fragmentos de texto, antes mencionados no presente trabalho: [...] [...] [...] “[...] o fato de um indivíduo ter a liberdade para vender um título sempre que desejar existe apenas em virtude de um compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo.” (18) “[...] Trata-se de transformar o que é apenas uma aposta pessoal nos dividendos futuros em uma riqueza imediata aqui e agora.” (18) [...] [...] [...] Assim, o “[...] compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo [...]” encontrado no primeiro fragmento de texto acima transforma o que é apenas uma aposta pessoal em dividendos futuros em uma "riqueza imediata aqui e agora”, expressão que podemos ler no segundo fragmento de texto acima. Entretanto, tal transformação artificial revela a falta de fundamentação desta riqueza obtida, o que inequivocamente permite-nos equiparar o "moderno capitalismo bursátil" a uma “transgressão da economia produtiva”. Consequentemente, tal transformação equipara o "moderno capitalismo bursátil" a uma “pirâmide financeira”, como estamos sustentando. [...] [...] [...] Prosseguindo em nossa abordagem, iremos a seguir sustentar que a expressão, agora reescrita como “[...] o PREÇO de um ativo líquido detido por um investidor depende do comportamento de outros que detêm o mesmo ativo” (18), tem seus fundamentos na expressão: [...] [...] [...] “[...] um compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo.” (18) [...] [...] [...] Em outros termos, o “[...] compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo”, nada tem a ver com a inteligência contida nos conceitos de “valor intrínseco” e/ou “mercado eficiente”, antes apresentados. Portanto, a conclusão acima é um quarto indício que permite-nos equiparar o “moderno capitalismo bursátil” a uma “pirâmide financeira”. [...] [...] [...] Prosseguindo em nossa abordagem, mencionamos no Anexo “3” que uma “mais-valia” passou a ser obtida por determinados participantes do mercado por meio de uma “dinâmica que leva o preço a viver sua própria vida, a evoluir independentemente de seu valor”. [...] [...] [...] Entretanto, tal dinâmica se assemelha a uma espécie de favoritismo, como a seguir iremos sustentar. Neste sentido, as raízes de tal favoritismo localizam-se no fato de que tal “mais-valia” é obtida por apenas alguns poucos participantes do mercado bursátil. Assim, parece-nos oportuno a leitura do seguinte fragmento de texto encontrado na literatura técnica: [...] [...] [...] [...] Trata-se de mais um mercado, no qual a transação se faz essencialmente na compra e venda do novo produto, os títulos de rendimento. Os ganhos e perdas se dão, essencialmente, nos diferenciais das oscilações. (VACCARO, 2009, p. 24). (9) [...] [...] [...] Permite-nos conhecer de que forma tal “mais-valia” é obtida, por meio da leitura e interpretação do seguinte fragmento de texto encontrado na literatura técnica: [...] [...] [...] [...] Desde o ressurgimento dos mercados bursáteis com toda sua força, o Departamento do Tesouro e o FED fizeram o que era necessário em cada ocasião – 1987, 1995, 1998, 2001 – para criar liquidez e outros meios necessários para conter as crises. Continuarão a fazê-lo ainda que isso contrarie formalmente as teorias professadas.* (19) [...] [...] [...] * Em particular a do “risco moral” (moral hasard), que condena as operações de socorro financeiro porque elas reforçam o sentimento de impunidade daqueles que participam dos mercados financeiros. (19) [...] [...] [...] Antes vimos que “os ganhos e perdas se dão, essencialmente, nos diferenciais das oscilações”. Por outro lado, acima vimos que “[...] o Departamento do Tesouro e o FED fizeram o que era necessário em cada ocasião [...] para criar liquidez e outros meios necessários para conter as crises”. Assim, não nos parece equivocado sustentarmos que tal criação de liquidez permite a apenas alguns poucos participantes do mercado obter uma “mais-valia”. Ademais, tal “mais-valia” é obtida de forma sistemática e recorrente, como podemos ler no fragmento de texto acima: "[...] Continuarão a fazê-lo ainda que isso contrarie formalmente as teorias professadas." Neste sentido, encontramos no conceito de “mais-valia” apresentado no Anexo “3”, a seguinte expressão: “[...] diferença entre o preço da ação no dia da venda e do dia da aquisição anterior.” Assim, a continuada criação de liquidez significa que uma continuada obtenção de uma "mais-valia" de forma sistemática e recorrente fica viabilizada. Em síntese, a obtenção de uma “mais-valia” se equipara, essencialmente, a um ganho financeiro. Adicionalmente, as expressões “[...] o Departamento do Tesouro e o FED fizeram o que era necessário em cada ocasião” e “[...] Continuarão a fazê-lo ainda que isso contrarie formalmente as teorias professadas.”, conduz-nos a concluir pela quinta vez que o “moderno capitalismo bursátil” se equipara a uma “pirâmide financeira”. [...] [...] [...] Podemos compreender o favoritismo presente em tal dinâmica no fato de que “os ganhos e perdas se dão, essencialmente, nos diferenciais das oscilações”. Entretanto, devido à continuada criação de liquidez um equivalente e continuado ganho financeiro fica viabilizado para alguns poucos participantes do mercado bursátil. Tal ganho financeiro é conseqüência dos diferenciais positivos de tais oscilações. Voltaremos ao tema na parte do presente trabalho consagrada à "manipulação" e ao "oligopólio". [...] [...] [...] Adicionalmente, permite-nos reforçar a conclusão acima a comparação da inteligência contida no fragmento de texto acima com a inteligência contida no seguinte fragmento de texto, antes mencionado no anexo anterior: [...] [...] [...] [...] Próximas à fraude, todas as bolhas especulativas baseiam-se num mecanismo bastante semelhante. Elas requerem uma entrada constante de investimentos, para manter o mercado em alta e a ilusão de que, assim, todo mundo ganha. O segredo da bolha é a adesão especulativa, como vimos no anexo anterior. [...] [...] [...] Em outros termos, a inteligência contida na expressão “[...] entrada constante de investimentos, para manter o mercado em alta [...]” encontrada no fragmento de texto acima pode ser equiparada a inteligência contida em certa expressão encontrada no fragmento de texto mencionado no presente anexo, qual seja: [...] [...] [...] “[...] fizeram o que era necessário em cada ocasião [...] para criar liquidez e outros meios necessários para conter as crises” e "[...] Continuarão a fazê-lo ainda que isso contrarie formalmente as teorias professadas." [...] [...] [...] Assim, a inteligência contida no fragmento de texto acima não encontra seus fundamentos no conceito de “valor intrínseco”. Em resumo, encontramos neste Anexo "5" os seguintes fragmentos de texto que sugerem-nos que o "moderno capitalismo bursátil" se equipara a uma "pirâmide financeira":[...] [...] [...] (1) [...] Assim, parece-nos que a palavra “preço” mostra-se adequada e conveniente para substituir a palavra “valor” no fragmento de texto em comento. [...] [...] [...] Prosseguindo em nossa abordagem encontramos no Anexo “1” o seguinte fragmento de texto: [...] [...] [...] [...] Isso é o que chamei de “paradoxo da liquidez”, ou seja, a liberdade individual de vender um título sempre que quiser existe apenas em virtude de um compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo. Entretanto, tal “[...] compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo” contrasta radicalmente com a inteligência contida nos conceitos de “valor intrínseco” e/ou “mercado eficiente”, apresentados anteriormente no presente anexo. As observações acima são um primeiro indício da veracidade da sustentação que estamos fazendo: o "moderno capitalismo bursátil equipara-se a uma "pirâmide financeira". [...] [...] [...] (2) [...] Em síntese, a obtenção de uma “mais-valia aqui e agora” contrasta radicalmente tanto com o conceito de “mercado eficiente”, quanto com o conceito de “valor intrínseco”, como podemos comprovar por meio da simples leitura de tais conceitos. Assim, tal constatação é um segundo indício de que o “moderno capitalismo bursátil” se equipara a uma “pirâmide financeira”. [...] [...] [...] [...] [...] [...] (3) [...] Assim, o “[...] compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo [...]” encontrado no primeiro fragmento de texto acima transforma o que é apenas uma aposta pessoal em dividendos futuros em uma "riqueza imediata aqui e agora”, expressão que podemos ler no segundo fragmento de texto acima. Entretanto, tal transformação artificial revela a falta de fundamentação de tal correspondente riqueza, o que inequivocamente permite-nos equiparar o "moderno capitalismo bursátil" a uma “transgressão da economia produtiva”. Consequentemente, tal transformação equipara o "moderno capitalismo bursátil" a uma “pirâmide financeira”, como estamos sustentando. [...] [...] [...] (4) Adicionalmente, encontramos um terceiro indício para equipararmos o “moderno capitalismo bursátil” a uma “pirâmide financeira” ao compararmos a inteligência contida nos seguintes fragmentos de texto, antes mencionados no presente trabalho: [...] [...] [...] “[...] o fato de um indivíduo ter a liberdade para vender um título sempre que desejar existe apenas em virtude de um compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo.” (18) “[...] Trata-se de transformar o que é apenas uma aposta pessoal nos dividendos futuros em uma riqueza imediata aqui e agora.” (18) [...] [...] [...] Em síntese, o “[...] compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo [...]” encontrado no primeiro fragmento de texto acima transforma o que é apenas uma aposta pessoal em dividendos futuros em uma "riqueza imediata aqui e agora”, conforme podemos ler no segundo fragmento de texto acima. Entretanto, tal transformação artificial revela a falta de fundamentação de tal correspondente riqueza, o que inequivocamente permite-nos equiparar o "moderno capitalismo bursátil" a uma “transgressão da economia produtiva”. Consequentemente, tal transformação equipara o "moderno capitalismo bursátil" a uma “pirâmide financeira”, como estamos sustentando. [...] [...] [...] (5) [...] Em outros termos, o “[...] compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter a totalidade dos títulos no longo prazo”, nada tem a ver com a inteligência contida nos conceitos de “valor intrínseco” e/ou “mercado eficiente”, antes apresentados. Portanto, a conclusão acima é um quarto indício que permite-nos equiparar o “moderno capitalismo bursátil” a uma “pirâmide financeira”. [...] [...] [...] (6) [...] Em síntese, a obtenção de uma “mais-valia” se equipara, essencialmente, a um ganho financeiro. Adicionalmente, as expressões “[...] o Departamento do Tesouro e o FED fizeram o que era necessário em cada ocasião” e “[...] Continuarão a fazê-lo ainda que isso contrarie formalmente as teorias professadas.”, conduz-nos a concluir pela quinta vez que o “moderno capitalismo bursátil” se equipara a uma “pirâmide financeira”. [...] [...] [...]

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