Anexo “7”
Análise da evolução dos “preços de mercado” e dos “valores
intrínsecos” dos títulos de Vale e Petrobras nos últimos 10 (dez) anos.
uma terceira variável: a imaginação.
Mesmo sem citar a tragédia envolvendo a Samarco na cidade de Mariana (MG), o cenário da Vale é bem complicado por causa da enorme sensibilidade da empresa ao preço do minério de ferro o que ficou mais evidente no momento atual de forte queda que a commodity acumula nos últimos meses. Só para se ter uma ideia: se o minério de ferro cair de US$ 50 para US 45 (algo que vem ocorrendo com frequência), a geração de caixa da Vale zera, ou seja, a empresa será obrigada a fazer uma chamada de capital caso esse cenário se mantenha.
aparentemente vigorosa recuperação dos preços de mercado dos títulos de Vale, exceto em alguns poucos meses após o acidente ocorrido em Brumadinho. Em síntese, os títulos de Vale3 que eram cotados em Fevereiro / 2016 por R$ 9 / ação são cotados atualmente (13/08/2021) em R$ 108 / ação, como podemos constatar por meio da simples visualização do Gráfico “2”, abaixo disponibilizado.
Entretanto, como vimos anteriormente na “Análise Vale 2”, existe uma “enorme sensibilidade da empresa Vale ao preço do minério de ferro”. Consequentemente, devido à alta dos preços do minério de ferro nos últimos anos, os preços dos títulos de Vale igualmente apresentaram uma melhoria acentuada no mesmo período de tempo, como podemos visualizar no Gráfico “2”. Entretanto,
encontramos na Internet menção de que tal alta nos preços do minério de
ferro é atribuída à baixa dos estoques do referido minério. Assim,
embora a alta nos “preços de mercado” dos títulos de Vale3 tenha sido aparentemente acentuada de Fevereiro / 2016 a Agosto / 2021, iremos
doravante sustentar que tal melhoria dos “preços de mercado” nos títulos
de Vale3 não guarda uma correspondente melhoria nos “valores
intrínsecos” da empresa Vale. Em síntese, iremos sustentar que tal sensibilidade equipara-se
simplesmente a um misto de "manipulação" e "oligopólio", como veremos na
parte do presente trabalho consagrada ao estudo destes dois fenômenos. Explicando: tal manipulação ocorre inicialmente na evolução dos preços de uma commodity “concorrencial”: o minério de ferro. Em seguida, tal manipulação passa a ocorrer nos preços de uma commodity “não-concorrencial”: os títulos bursáteis de Vale. Entretanto, sustentamos que uma eventual recuperação dos estoques do minério de ferro muito provavelmente reconduzirão os preços do referido minério para menores preços. Por seu turno, não nos parece
equivocado sustentarmos que os preços dos títulos de Vale igualmente vão
tender para menores preços. Adicionalmente, permite-nos sustentar a manipulação dos preços do minério de ferro o seguinte fragmento de texto encontrado na literatura técnica:
[...] Em resumo, o custo de produção das unidades marginais é, em uma situação de oferta concorrencial, o preço fundamental em torno do qual o preço de mercado oscila, porque existem forças de compensação que conduzem os preços aos fundamentos. Essas forças resultam do fato de que a mercadoria pode ser produzida em uma quantidade que é a priori ilimitada. Se o preço de mercado exceder os custos de produção, a produção, após um período mais longo ou mais curto, eventualmente aumenta, o que diminui o preço. Se o preço de mercado for menor que o custo de produção das unidades marginais, a produção acaba sendo reduzida porque essas unidades fecham e o preço aumenta novamente.
[...]
Mas o preço de mercado continua sujeito a uma inegável ancoragem
"real". Isto é o que leva os profissionais do mercado e os analistas de
"commodities" a dizer, "com toda razão", que "a física sempre acaba por
impor sua lei". (34)
A leitura e interpretação do fragmento de texto acima é suficiente para compreendermos o mecanismo conhecido como “regulação”. Em apertada síntese, a queda dos preços do minério de ferro para até US $45 / tonelada métrica, como vimos na “Análise Vale 2”, levou ao fechamento de minas produtoras do minério de ferro. Por seu turno, isto causou um aumento dos preços do minério de ferro.
Prosseguindo em nossa abordagem, observamos no Gráfico "1" que o período de baixa dos títulos de Vale em comento ocorreu de Janeiro / 2011 a Fevereiro / 2016, ou seja, cinco anos e um mês. Entretanto, o último período de alta destes mesmos títulos que ocorreu a partir de Fevereiro / 2016 até o presente (Agosto / 2021) já atinge aproximadamente cinco anos e cinco meses, como podemos constatar pela visualização do Gráfico “2”. A observação deste período de tempo é muito importante, como temos sustentado. Neste sentido, o fato do tempo de duração do mais recente ciclo de alta dos títulos de Vale já ter ultrapassado o tempo de duração do anterior ciclo de baixa deste mesmo título em aproximadamente 5 (cinco) meses é um sinal enviado pelo próprio mercado de que tal ciclo de alta pode estar próximo do seu final. Consequentemente, tal observação reforça nossa sustentação anterior de que os preços de mercado dos títulos bursáteis de Vale tendem para menores preços. Adicionalmente, sustentamos que àqueles participantes do mercado que obtiveram o grosso dos lucros devido a esta última tendência de alta, provavelmente serão os mesmos participantes do mercado que irão obter o grosso dos lucros na tendência de baixa que provavelmente se avizinha. Sustentamos tal prognóstico com fundamentos na alternância dos longos ciclos de alta e baixa encontrados tanto nos preços do minério de ferro quanto nos “preços de mercado” dos títulos bursáteis de Vale, como podemos comprovar pela visualização dos gráficos de longo prazo de tais commodities. Voltaremos ao tema na parte do presente trabalho consagrada a manipulação e ao oligopólio.
Igualmente, permite-nos ilustrar nosso anterior prognóstico de baixa para os títulos de Vale os
seguintes aforismos de autoria do grande trader norte-americano, Warren
Buffett:
(1) Price is what you pay; value is what you get. (24)
(2) In the short run, the market is a voting machine, but in the long run, it is a weighing machine. (24)
Some-se, ao acúmulo de indícios antes mencionados, o fato de que a Vale será obrigada a pagar pesadas indenizações, como consequência do acidente ocorrido em Brumadinho. Assim, temos razões adicionais para suspeitarmos que os preços de mercado dos títulos de Vale atualmente (Julho / 2021) são insustentáveis. Neste sentido, uma análise isenta do mercado bursátil deve ser feita similarmente àquela análise que os médicos urologistas fazem do PSA.* Assim, não devemos analisar a evolução dos preços das ações como analisamos uma foto; ao invés, devemos analisar a evolução dos preços das ações como analisamos um filme. Em outros termos, devemos analisar os ciclos ou ondas de forma individualizada, como adiante veremos.
*Prostate Specific Antigen
Neste sentido, mesmo que o mercado de minério de ferro obedeça a uma oferta “concorrencial”, a literatura técnica sustenta que no “moderno capitalismo bursátil” a oferta é de um tipo diferente: “não-concorrencial”. Ademais, doravante iremos sustentar que o “moderno capitalismo bursátil” equipara-se a um oligopólio. Por seu turno, no “oligopólio” um fundamento existe, mas não é o custo de produção. É o preço que maximiza a receita de longo prazo de tal oligopólio. Em outros termos, podemos dizer que o tempo é o fator vital da “criação de valor”. Entretanto, antes demonstramos que a palavra “valor” deve ser substituída pela palavra “preço” no seguinte fragmento de preço: "[...] Se por um motivo ou outro não quiserem mais mantê-lo, seu valor cairá para zero, e o último a ficar com ele corre o risco de ser arruinado, embora não tenha feito nada." (18) Em outros termos, a receita de longo prazo de um oligopólio é maximizada pela combinação da maximização tanto do “preço” quanto do “tempo”. Permite-nos ilustrar tal observação o seguinte fragmento de texto encontrado na literatura técnica:
[...] No mundo real, cada mercado é entrelaçado com outras instituições e uma determinada cultura social. Por conseguinte, não existe objetivamente apenas um tipo de mercado, mas muitos mercados diferentes, cada um consoante as suas próprias regras inerentes, normas culturais, institucionais e maquiagem. A diferenciação dos mercados em função da tipologia encontrada nos livros texto - da concorrência perfeita ao oligopólio até o monopólio - está longe de contar toda a história. Instituições, rotinas e cultura têm de ser trazidos para a pintura. Os economistas experimentais descobriram uma verdade equivalente nas configurações de laboratório e aprenderam que os resultados experimentais dependem frequentemente de pressupostos tácitos e configurações culturais dos participantes. Diferentes tipos de instituição de mercado envolvem diferentes rotinas de procedimentos, preços e assim por diante. A noção de um único tipo de mercado universal perdeu credibilidade (McMillan, 2002). (53) Voltaremos ao tema na parte do presente trabalho consagrada a manipulação.
« Fugir da Bolsa por juros nos EUA e corte de rating é não conhecer o passado do mercado » (25/11/2015 - Infomoney)
[...] Petrobras está barata?
Imagine um carro que custa R$ 100 mil. Se eu dissesse que estou vendendo esse mesmo carro 0 km por R$ 10 mil, você compraria? Certamente sim. Mas e se o proprietário desse carro tem uma dívida de R$ 110 mil, esses R$ 10 mil ainda seriam uma boa oferta? É exatamente esta a situação da Petrobras. A ação já valeu R$ 40 e hoje está quase R$ 7, será que já não caiu muito? Não tenha dúvida. MAS SE VOCÊ SOMAR O VALOR DE MERCADO COM A DÍVIDA DELA, VERÁ QUE ELA NUNCA ESTEVE TÃO CARA NA BOLSA. (obs.: a Petrobras fechou o terceiro trimestre de 2015 com uma dívida de pouco mais de R$ 500 bilhões, consolidando-se como uma das empresas mais endividadas do mundo). (maiúsculo nosso)
(João Braga, cogestor da XP Gestão)
- Outra maneira de falar que “Petrobras nunca esteve tão cara na Bolsa” se equipara a dizer que a cotação dos títulos de Petrobras, na época da presente análise acima (Novembro / 2015), já estava próxima de um número infinito. Entretanto, em termos matemáticos, se você vem a adquirir títulos cujos preços já estão nas proximidades de um número infinito, isto equivale a dizer que a probabilidade de você vir a lucrar com a venda de tais títulos, após tal lapso temporal é próxima de zero. Sustentamos a veracidade da afirmação acima, fundamentado no fato de que não é possível a existência de um número maior que um número infinito. Assim, após tal conclusão quer nos parecer que “manter em carteira” títulos de Petrobras, após Novembro / 2015, se equipara a algo que temos sustentado no presente trabalho: o principal objetivo do “hodierno capitalismo bursátil” é transferir riquezas. Em outros termos, se você mantém em carteira após tal lapso temporal títulos que apresentam valor intrínseco próximo de 0 (zero) a probabilidade maior é de você ao alienar tais títulos venha a obter um lucro pequeno, ou mesmo um prejuízo.
Conseqüentemente, cada vez mais a probabilidade de você vir no futuro a comprar títulos de Petrobras no intuito de revender posteriormente com lucro tais mesmos títulos é cada vez menor. Em outros termos, não nos parece equivocado equipararmos as oscilações de preços sofridas pelos títulos de Petrobras a partir de Novembro / 2015 a inteligência de certo fragmento de texto antes encontrado na literatura técnica:
“[...] as orgias de especulação cada vez têm menos relação com a realidade econômica”. (9)
Neste sentido, pela lógica, uma diminuição das cotações teria um efeito sinalizador semelhante àquele de tornar cada vez mais baratas as ações de determinada empresa cotada na Bolsa de Valores. Entretanto, freqüentemente tem ocorrido o inverso: os títulos ficam cada vez mais caros, quando as cotações diminuem, como no caso dos títulos de Petrobras, ora em comento. A nosso ver, tal paradoxo só pode ser atribuído ao fato de o “valor intrínseco” de tais títulos terem tido seu valor estimado diminuído ainda mais que a queda das respectivas cotações.
Reforça nossa conclusão acima algo que temos sustentado ao longo do presente trabalho: o “hodierno capitalismo bursátil” equipara-se a uma “pirâmide financeira administrada e/ou planejada”. Entretanto, as características primordiais das “pirâmides financeiras” são a transferência de riquezas e a limitação temporal de existência de tais fenômenos.
Parece-nos oportuno aqui recordamos certa conclusão encontrada no presente trabalho:
“[...] um compromisso implícito por parte da comunidade financeira como um todo de manter leva-nos a relembrar algo que antes dissemos:
“[...] significa que àqueles que mantêm a “[...] totalidade dos títulos no longo prazo” carregam um pesado fardo.”
Adicionalmente, parece-nos oportuno aqui perguntarmos: qual é o benefício da melhora no preço dos títulos de Vale e de Petrobras para os associados de um fundo de pensão que mantém em carteira de forma contínua títulos de Vale e de Petrobras?
- A resposta está condicionada a futura evolução dos preços de tais títulos. Assim, se os títulos de Vale são alienados aproveitando a alta no preço destes parece-nos uma estratégia correta. Por outro lado, a continuidade da manutenção em carteira de tais títulos parece- nos uma estratégia bastante arriscada, que é interessante apenas para os proprietários materiais da poupança concentrada coletiva.
Inicialmente, no presente trabalho apresentamos sustentação no sentido de que: a Bolsa de Valores não serve para avaliar os títulos negociados. Igualmente, antes apresentamos o seguinte fragmento de texto:
“[...] o que define a propriedade é o poder de alocação e, principalmente, o destino das riquezas produzidas que, cada vez mais, se concentram em poucas mãos.” (9)
Neste sentido, doravante iremos apresentar na parte do trabalho consagrada à manipulação fragmento de texto que denominamos de:
Como um misto do uso de “derivativos” e de “informações privilegiadas” viabiliza uma transferência de riquezas entre distintos participantes do mercado?
Em primeiro lugar, apresentamos certo fragmento de texto extraído de comentários sobre o artigo “Ora, bolhas”, de José Paulo Kupfer, publicado pelo jornal “Estado de S. Paulo – digital” (06/10/2011) **, conforme se segue:
** 6 de outubro de 2011 -
Enviado por João Flávio
Olá, J. P.:
Convém botar as barbas de molho com esse “paper”. Essa “cunversinha” de que “é grande demais para quebrar” ou “dessa vez é diferente” não funciona bem em crises.
Lembra do Lehmann Brothers?
As agências de rating davam grau TTA (topo triple A) para as suas ações e TA (triple A) para os títulos emitidos e negociados por eles.
E o Lehmann Brothers já estava “MORTINHO DA SILVA”.
Quanto ao fato de que o mercado brasileiro não é tão sofisticado, vamos com calma. O México, a Argentina, a Rússia também não tinham mercados sofisticados. Na verdade, a Rússia nem tinha mercado. E todos eles quebraram feio. Talvez não tenhamos uma “bolha”. Mas, certamente, temos uma CRISE. O que é bem pior!!!
Quanto ao artigo do Ricardo Loureiro, ele me lembrou de uma frase de um grande operador de mercado de Wall Street que relatou em seu depoimento aos controladores da SEC que
“[...] A NOSSA FUNÇÃO PRINCIPAL ERA MANTER OS INVESTIDORES CALMOS ATÉ O ÚLTIMO MOMENTO [...] PARA ENTÃO FODÊ-LOS AO MÁXIMO” (maiúsculo nosso).
Em segundo lugar, encontramos o seguinte fragmento de texto na Internet:
[...] “Wall Street está contra a América”. Texto extraído do jornal “Estado de S. Paulo” (17/10/2008). *
* Entre as pessoas que pararam para assistir ao comício de Nader, predominava a resignação. “O governo não tem mais nada a fazer”, disse Robert Kavaliauskas, de 51 anos, formado em administração de empresas e funcionário do Estado de Nova York. “O COLAPSO DO CAPITALISMO PODE SER LENTO OU RÁPIDO. O GOVERNO ESTÁ TENTANDO FAZER COM QUE SEJA LENTO”. (maiúsculo nosso)
Entretanto, aqui nos parece oportuno questionar: por que os governos querem que o colapso do capitalismo seja lento?
- Simplesmente para que o preço bursátil criado, naturalmente de forma (30) necessariamente passageira , seja maximizado. Assim, quanto maior for o tempo de permanência dos preços bursateis nas proximidades das suas respectivas máximas, maior será a respectiva criação de preço bursátil, como iremos demonstrar na parte do presente trabalho consagrada à “manipulação”; consequentemente, maior será a transferência de riquezas, conforme temos sustentado.
Some-se, ao acúmulo de indícios antes mencionados, o fato de que a Vale será obrigada a pagar pesadas indenizações, como conseqüência do acidente ocorrido em Brumadinho. Assim, temos razões adicionais para suspeitarmos que os preços de mercado dos títulos de Vale atualmente (Julho / 2021) são insustentáveis. Neste sentido, uma análise isenta do mercado bursátil deve ser feita similarmente àquela análise que os médicos urologistas fazem do PSA.* Assim, não devemos analisar a evolução dos preços das ações como analisamos uma foto; ao invés, devemos analisar a evolução dos preços das ações como analisamos um filme. Em outros termos, devemos analisar os ciclos ou ondas de forma individualizada, como adiante veremos.
*Prostate Specific Antigen
Em síntese:
(1) o “hodierno capitalismo bursátil” se equipara a uma “conspiração” e/ou uma “pirâmide financeira”. Entretanto, toda “pirâmide financeira” têm um tempo de vida limitado. Ou seja, a Bolsa de Valores tende a deixar de existir. Igualmente, toda conspiração depois de revelada tende a deixar de existir.
(2) Os indícios de que os títulos de Petrobras e Vale atualmente têm “valor intrínseco” nas proximidades de 0 (zero) são robustos, como antes vimos;
(3) Um misto do uso informações privilegiadas e do uso de mecanismos endógenos à liquidez permiti a aqueles que detêm o “poder de alocação” obter enormes ganhos, como veremos na parte do presente trabalho consagrada à manipulação.
Em síntese, não nos parece equivocado sustentarmos que os títulos de Petrobras e Vale são apenas matéria prima para transações. Deste modo, tais títulos são apenas os veículos concebidos com o intuito de converter “liquidez subordinada” (“ações”) em “liquidez principal” (“dinheiro”).
Assim, tais títulos têm sido usados apenas como um artefato para operações planejadas e oportunistas em Bolsas de Valores, por meio de um misto do uso de mecanismos endógenos à liquidez associados a informações privilegiadas.
As características de “manipulação” e “oligopólio” serão apresentadas em seguida.
Após a apresentação das características acima mencionadas acreditamos que estaremos preparados para responder os seguintes questionamentos:
(1) Por que o “moderno capitalismo bursátil” é uma conspiração?
(2) Por que o “moderno capitalismo bursátil” é uma “pirâmide financeira”?
(3) Por que os preços dos títulos bursáteis são extravagantes?
(4) Por que o “moderno capitalismo bursátil” tem um tempo limite para durar?
(5) Por que o “moderno capitalismo bursátil” é prejudicial para os trabalhadores e pequenos acionistas?
(6) Por que a cada dia que passa os trabalhadores e pequenos acionistas transferem cada vez mais riquezas para “determinado capital financeiro”?
(7) Por que os títulos de Petrobras e Vale tem atualmente “valor intrínseco” de 0 (zero)?
(8) Quais são os sinais de que o “moderno capitalismo bursátil” chegou ao seu fim?
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